Um título de 1968 que aponta para o futuro
Lançado em 1968 com o título original 2001: A Space Odyssey, o filme de Stanley Kubrick tem 148 minutos e está classificado como ficção científica, mistério e aventura.
O ano que dá nome à obra fica 33 anos à frente do ano de lançamento. A premissa, por sua vez, situa parte da história no século XXI.
Um computador no comando da Discovery
Na nave Discovery, quem controla tudo é o computador HAL 9000. Pela premissa, a missão leva uma equipe de astronautas, com David Bowman e Frank Poole à frente, até Júpiter, para investigar um monólito enigmático.
No meio da viagem, o computador sofre uma falha e procura dominar a nave, matando a tripulação aos poucos. A premissa sugere, assim, que o maior perigo da missão está dentro dela mesma.
Antes disso, a história recua muito no tempo. O monólito negro já aparece na chamada Aurora do Homem, na pré-história, como algo que parece transmitir mensagens vindas de outra civilização e interferir na Terra. Entre esse começo e a viagem a Júpiter, a premissa indica um salto de quatro milhões de anos.
Doutores, astronautas e a voz de HAL
Keir Dullea interpreta Dr. David Bowman e Gary Lockwood vive Dr. Frank Poole, os dois nomes que a premissa coloca na liderança da missão. Douglas Rain é a voz de HAL 9000.
William Sylvester aparece como Dr. Heywood Floyd, Leonard Rossiter como Dr. Andrei Smyslov, Robert Beatty como Dr. Ralph Halvorsen e Sean Sullivan como Dr. Roy Michaels. Daniel Richter tem o crédito de Moonwatcher, e Margaret Tyzack, o de Elena.
Os créditos se completam com Frank W. Miller, voz do Mission Controller, Ed Bishop, como Aries-1B Lunar Shuttle Captain, Bill Weston e Glenn Beck, ambos creditados como Astronaut, e Alan Gifford e Ann Gillis, que fazem os pais de Poole.
Mistério e aventura na mesma rota
Os três gêneros se encaixam na premissa. A ficção científica está na viagem espacial e no computador que controla a nave; a aventura, na missão até Júpiter; o mistério, na origem do monólito e nos sinais que ele parece emitir.
